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Condição de pele

Psoríase: o que é, qual médico acompanha e como é o acompanhamento

Psoríase é uma doença crônica da pele, não contagiosa, que tem acompanhamento médico, em geral com o dermatologista. O tipo e o acompanhamento de cada pessoa se definem em consulta.

Por Equipe editorial Saudesa

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Normas consultadas

Conteúdo informativo produzido a partir de fontes públicas, sem revisão de profissional de saúde. As fontes estão no fim da página.

  • ConsultaPelo SUS, na unidade básica de saúde; fora dele, com médico dermatologista.
  • AvaliaçãoO médico examina a pele no consultório e define o que é.
  • AcompanhamentoO médico explica as opções e acompanha. Cada caso é avaliado individualmente.

O que é psoríase

Para a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a psoríase é “uma doença da pele relativamente comum, crônica e não contagiosa.” (Sociedade Brasileira de Dermatologia, página sobre psoríase (publicada em 11/10/2021, modificada em 06/06/2022): nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 03/11/2026.) A Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde diz o mesmo nas primeiras palavras: “A psoríase é uma doença crônica da pele, não contagiosa,” (Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, Dicas em Saúde: Psoríase: nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 05/11/2026.) e acrescenta que ela “Atinge homens e mulheres, em qualquer idade,”Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, Dicas em Saúde: Psoríase: nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 05/11/2026.

Duas palavras dessas definições importam para quem chega até aqui. A primeira é crônica, isto é, de longa duração; se haverá retornos, e com que frequência, é decisão do médico. A segunda é não contagiosa: as duas fontes dizem que a psoríase não passa de uma pessoa para outra.

O que esta página não traz

A SBD e o Ministério da Saúde descrevem os tipos de psoríase, como ela aparece, em que partes do corpo e o que costuma piorá-la. Esta página não reproduz nada disso, nem fotos. Os tipos são vários, as apresentações se confundem com as de outras doenças da pele, e só o exame separa uma coisa da outra. Uma lista lida sozinha pode levar alguém a se encaixar num quadro errado, ou a deixar a consulta para depois.

Esta página também não descreve tratamento, nem cita medicamento, classe de medicamento ou procedimento. A Biblioteca Virtual em Saúde lembra que “É importante salientar que qualquer tratamento deve ser feito sob rigorosa orientação médica,” (Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, Dicas em Saúde: Psoríase: nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 05/11/2026.) e é essa a única orientação que este site repete: quem define o que se faz em cada caso é o médico.

Qual médico acompanha a psoríase

A SBD é direta neste ponto: “Há vários tipos de psoríase, sendo necessário procurar um dermatologista”, que vai identificar e classificar o caso (Sociedade Brasileira de Dermatologia, página sobre psoríase: nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 03/11/2026.). A Dermatologia é especialidade médica reconhecida, listada como “18. Dermatologia” na relação de especialidades homologada pela Resolução CFM nº 2.472/2026 (Resolução CFM nº 2.472/2026, Portaria CME nº 1/2026, relação A, anexo, A) relação das especialidades médicas reconhecidas: vigente na consulta de 03/11/2026.).

O especialista, no sentido da norma, é o médico com título em Dermatologia registrado no CRM, o Registro de Qualificação de Especialista (RQE). A resolução diz que, para o RQE, só valem as titulações obtidas na forma que ela prevê (Resolução CFM nº 2.472/2026, art. 2º: vigente na consulta de 03/11/2026.). O que é o RQE e como ele aparece está em o que é RQE em Dermatologia.

Como costuma ser o acompanhamento

O intervalo entre as consultas, quando há retorno, é decisão do médico, conforme o caso. O protocolo do Ministério da Saúde, citado abaixo, é documento técnico, e esta página não resume o seu conteúdo clínico; fora dele, esta redação não abriu fonte oficial para leigos que descreva a consulta passo a passo, e esta página não inventa uma.

O que existe com fonte é o protocolo nacional. O Ministério da Saúde tem um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da psoríase: “Art. 1º Fica aprovado o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas – Psoríase.” (Portaria Conjunta nº 18, de 14/10/2021 (Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Psoríase), art. 1º: vigente na consulta de 04/11/2026.) O ato é a Portaria Conjunta nº 18, de 14 de outubro de 2021. Ela substituiu o protocolo anterior: o art. 5º revogou a portaria de 6 de setembro de 2019 (Portaria Conjunta nº 18, de 14/10/2021, art. 5º: vigente na consulta de 04/11/2026.), que por isso não se cita mais como vigente. A página do Ministério informa que o anexo do protocolo foi alterado depois: “Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Psoríase - Anexo alterado em 18/06/2025” (Ministério da Saúde, página do PCDT da psoríase no gov.br: nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 03/11/2026.).

O protocolo traz critérios clínicos, que esta página não reproduz. O que interessa ao leitor é o papel dele no SUS: segundo a portaria, o protocolo “é de caráter nacional e deve ser utilizado pelas Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na regulação do acesso assistencial,” (Portaria Conjunta nº 18, de 14/10/2021, art. 1º, parágrafo único: vigente na consulta de 04/11/2026.) Ou seja, ele orienta como a rede pública organiza o acesso, e não substitui a consulta.

O caminho pelo SUS

Pelo SUS, o primeiro passo é a unidade básica de saúde. A Política Nacional de Atenção Básica diz que a Atenção Básica “será a principal porta de entrada e centro de comunicação da RAS,” a Rede de Atenção à Saúde (Portaria GM/MS nº 2.436/2017 (Política Nacional de Atenção Básica), art. 2º, § 1º: publicada; vigência atual não confirmada por esta redação; consulta de 03/11/2026.). Segundo o Ministério da Saúde, “Na UBS, o paciente é avaliado e, quando há indicação clínica, a central de regulação da secretaria de saúde do município faz o encaminhamento para o serviço adequado.”Ministério da Saúde, notícia da Campanha Nacional de Atendimento Especializado (publicada em 06/10/2026, atualizada em 28/10/2026): nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 03/11/2026.

O fluxo varia por município: cada secretaria de saúde organiza a sua regulação, e esta página não promete prazo. Parte do atendimento especializado do SUS também acontece a distância: o Ministério informa que a Telessaúde atende em 62 especialidades, “incluindo diagnóstico remoto em tele-eletrocardiograma, dermatologia e oftalmologia.” (Ministério da Saúde, notícia da Campanha Nacional de Atendimento Especializado: nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 03/11/2026.) Se o município usa esse recurso, e para quais casos, quem informa é a secretaria de saúde local. O caminho do protocolo da psoríase na rede pública está em psoríase no SUS, e o caminho geral até o dermatologista, em dermatologista pelo SUS.

Trilha do SUS

O CNES de agosto de 2026 registra, em 1.523 municípios, ao menos uma unidade pública que atende pelo SUS com médico dermatologista vinculado. Ter o profissional cadastrado não quer dizer que haja agenda aberta.

O que perguntar na consulta

  • Qual tipo de psoríase eu tenho, e como se chegou a isso?
  • De quanto em quanto tempo eu volto, e o que se acompanha em cada retorno?
  • Há exame a fazer antes de decidir qualquer coisa?
  • Quais são as opções no meu caso, e o que cada uma envolve de cuidado e de risco?
  • O meu caso entra no protocolo do SUS, e como se faz o pedido pela rede pública?
  • Qual é o RQE do médico que vai me acompanhar?

De quando são as fontes

Pelos metadados, a página da SBD sobre psoríase foi publicada em 11/10/2021 e modificada em 06/06/2022. A do Ministério da Saúde traz no rodapé: “Dica elaborada em março de 2.006 e revisada em janeiro de 2.016.” (Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, Dicas em Saúde: Psoríase: nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 05/11/2026.) As duas foram reabertas em 05/11/2026, com o mesmo texto, e a página do protocolo continuava com a mesma data de alteração do anexo. Esta página volta a conferir as três a cada revisão.

Condições próximas e onde procurar

Outras páginas desta seção: dermatite atópica, dermatite seborreica e vitiligo. Ler sobre elas não substitui a avaliação.

Para seguir, há dois caminhos: o caminho pelo SUS ou a busca de clínicas de dermatologia por cidade.

Perguntas sobre a condição

Psoríase pega?

Não. A Sociedade Brasileira de Dermatologia e a página do Ministério da Saúde descrevem a psoríase como doença não contagiosa.

Qual médico acompanha a psoríase?

A Sociedade Brasileira de Dermatologia diz que, como há vários tipos de psoríase, é preciso procurar um dermatologista para identificar e classificar o caso. A Dermatologia consta da relação de especialidades reconhecidas da Resolução CFM nº 2.472/2026, e o título de especialista corresponde ao RQE no CRM.

Existe protocolo do SUS para psoríase?

Sim. O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Psoríase foi aprovado pela Portaria Conjunta nº 18, de 14 de outubro de 2021, do Ministério da Saúde, que revogou a portaria anterior, de 2019. A página do Ministério informa que o anexo foi alterado em 18/06/2025. O que o protocolo prevê para cada pessoa se define em consulta.

Psoríase tem tratamento?

Esta página não descreve tratamento. O que as fontes oficiais dizem é que a psoríase é uma doença crônica, que tem acompanhamento médico e um protocolo nacional no SUS, e que, segundo o Ministério da Saúde, qualquer tratamento deve ser feito sob rigorosa orientação médica. O que se aplica a cada caso, o médico define na consulta.

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Fontes

7 fontesConsultadas em 05/11/2026
  1. Sociedade Brasileira de Dermatologia, página sobre psoríaseConsultado em 05/11/2026.sbd.org.br
  2. Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, Dicas em Saúde: PsoríaseConsultado em 05/11/2026.bvsms.saude.gov.br
  3. Ministério da Saúde, Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Psoríase (Portaria Conjunta nº 18/2021)Consultado em 04/11/2026.gov.br
  4. Ministério da Saúde, página do PCDT da psoríaseConsultado em 05/11/2026.gov.br
  5. Resolução CFM nº 2.472/2026 (especialidades médicas e RQE)Consultado em 03/11/2026.sistemas.cfm.org.br
  6. Portaria GM/MS nº 2.436/2017, Política Nacional de Atenção BásicaConsultado em 03/11/2026.bvsms.saude.gov.br
  7. Ministério da Saúde, Campanha Nacional de Atendimento Especializado (06/10/2026)Consultado em 03/11/2026.gov.br

Normas citadas, com o trecho literal

  1. Sociedade Brasileira de Dermatologia, página sobre psoríase (publicada em 11/10/2021, modificada em 06/06/2022): “uma doença da pele relativamente comum, crônica e não contagiosa.” nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 03/11/2026. sbd.org.br
  2. Sociedade Brasileira de Dermatologia, página sobre psoríase: “Há vários tipos de psoríase, sendo necessário procurar um dermatologista [...] para poder identificar, classificar” nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 03/11/2026. sbd.org.br
  3. Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, Dicas em Saúde: Psoríase: “A psoríase é uma doença crônica da pele, não contagiosa,” nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 05/11/2026. bvsms.saude.gov.br
  4. Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, Dicas em Saúde: Psoríase: “Atinge homens e mulheres, em qualquer idade,” nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 05/11/2026. bvsms.saude.gov.br
  5. Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, Dicas em Saúde: Psoríase: “É importante salientar que qualquer tratamento deve ser feito sob rigorosa orientação médica,” nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 05/11/2026. bvsms.saude.gov.br
  6. Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, Dicas em Saúde: Psoríase: “Dica elaborada em março de 2.006 e revisada em janeiro de 2.016.” nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 05/11/2026. bvsms.saude.gov.br
  7. Portaria Conjunta nº 18, de 14/10/2021 (Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Psoríase), art. 1º: “Art. 1º Fica aprovado o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas – Psoríase.” vigente na consulta de 04/11/2026. gov.br
  8. Portaria Conjunta nº 18, de 14/10/2021, art. 1º, parágrafo único: “é de caráter nacional e deve ser utilizado pelas Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na regulação do acesso assistencial,” vigente na consulta de 04/11/2026. gov.br
  9. Portaria Conjunta nº 18, de 14/10/2021, art. 5º: “Art. 5º Fica revogada a Portaria Conjunta SAES/SCTIES/MS nº 10, de 6 de setembro de 2019,” vigente na consulta de 04/11/2026. gov.br
  10. Ministério da Saúde, página do PCDT da psoríase no gov.br: “Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Psoríase - Anexo alterado em 18/06/2025” nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 03/11/2026. gov.br
  11. Resolução CFM nº 2.472/2026, Portaria CME nº 1/2026, relação A, anexo, A) relação das especialidades médicas reconhecidas: “18. Dermatologia” vigente na consulta de 03/11/2026. sistemas.cfm.org.br
  12. Resolução CFM nº 2.472/2026, art. 2º: “Para fins de Registro de Qualificação de Especialista (RQE) junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM), somente serão consideradas válidas as titulações” vigente na consulta de 03/11/2026. sistemas.cfm.org.br
  13. Portaria GM/MS nº 2.436/2017 (Política Nacional de Atenção Básica), art. 2º, § 1º: “A Atenção Básica será a principal porta de entrada e centro de comunicação da RAS,” publicada; vigência atual não confirmada por esta redação; consulta de 03/11/2026. bvsms.saude.gov.br
  14. Ministério da Saúde, notícia da Campanha Nacional de Atendimento Especializado (publicada em 06/10/2026, atualizada em 28/10/2026): “Na UBS, o paciente é avaliado e, quando há indicação clínica, a central de regulação da secretaria de saúde do município faz o encaminhamento para o serviço adequado.” nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 03/11/2026. gov.br
  15. Ministério da Saúde, notícia da Campanha Nacional de Atendimento Especializado: “com atendimentos em 62 especialidades, incluindo diagnóstico remoto em tele-eletrocardiograma, dermatologia e oftalmologia.” nota, página ou campanha; não é norma; consulta de 03/11/2026. gov.br

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